Apologética

31 de dezembro de 2011

Carta de Van Til para Schaeffer

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Escrito por: Cornelius Van Til
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11 de março de 1969
Dr. Francis A. Schaeffer
Chalet les Melezes
Huemoz sur Ollon
1861 Suíça

 

Querido Francis:

Você se lembra que algum tempo atrás eu enviei a você uma cópia de um memorando em que eu escrevo sobre sua preleção em Wheaton. Agora que seu livro “O Deus que Existe” foi publicado eu gostaria de fazer alguns outros comentários.

Deixe-me introduzir o que disse, por repetir o que eu disse no memorando, que eu tenho uma grande admiração por sua pessoa e por sua obra no L’Abri. Aqueles que têm estado com você falam na maioria das vezes em termos entusiásticos o que você realiza com os intelectuais modernos.

Deixe-me começar enfatizando o fato de que ambos temos essencialmente o mesmo objetivo em nosso trabalho. Nós estamos nos dirigindo ao homem moderno, em particular a jovens educados, a fim de que reconheçam Jesus Cristo como aquele que nos fala com absoluta e infalível autoridade nas línguas originais do Velho e Novo Testamentos, como Salvador e Senhor.

Além do mais, eu penso que nós concordamos que o evangelho bíblico da soberana e salvadora graça, o qual o homem moderno necessita e é mais bem reproduzido nas Confissões Reformadas. Quando a Confissão de Westminster fala de Deus como “único e todo suficiente” e como “a única fonte do ser” ela está falando do Triuno Deus, Pai, Filho e Espírito Santo (Cap. 2) do qual, a Escritura fala. Este é o Triuno Deus da Escritura que existe. É o Deus que criou o mundo e que é, portanto, manifesto no mundo. As obras da criação e da providência são as obras deste Deus. Aquele que não reconhece a presença e toda controladora atividade deste Deus na natureza e na história, consequentemente, em um sentido básico, interpreta mal todos os fatos com os quais lida de alguma maneira.

Eu penso que você concorda então que, nenhuma forma de teologia natural jamais falou propriamente do Deus que existe. Nenhum dos grandes filósofos gregos, mesmo Platão e Aristóteles, e nenhum grande filósofo moderno, como Descartes, Kant, Hegel ou Kierkegaard e outros, jamais falou do Deus que existe. O sistema de pensamento desses homens representa uma supressão da revelação de Deus que existe.

Mais uma vez, nós sabemos que o homem foi criado a imagem deste Triuno Deus. Cada homem é, portanto confrontado com a revelação do Triuno Deus em sua própria constituição, bem como nos fatos de seu ambiente. O homem não pode de forma alguma desligar o botão de sua autoconsciência, mas ele verá a face deste Deus que existe. O Triuno Deus da Escritura que existe está em todo lugar e é inescapável em toda parte.

Nós conhecemos este fato de que o Deus que existe está em todo lugar e é inescapável porque ele nos falou na Escritura. Ele nos falou em Jesus Cristo, o Filho de Deus a segunda pessoa da Trindade. Jesus nos diz que é um com o Pai. Por dirigir os apóstolos de Cristo, o Espírito Santo, a terceira pessoa da Trindade, nos deu as Escrituras. Das Escrituras, a palavra do Triuno Deus, nós aprendemos o que ele fez em relação ao homem. No começo da história ele estabeleceu uma aliança com o homem. Ao obedecer às ordenanças de Deus o homem obteria vida eterna. Em desobedecer ele colheria morte eterna.

O homem desobedeceu. Como conseqüência ele e todo universo criado com ele, está sob maldição de Deus. A ira de Deus desde já foi revelada dos céus para com homem caído. O Deus que existe está em todo lugar e é inescapável para quem quebra o pacto, como o Deus que pune a depravação humana e toda iniqüidade de todos os homens. Certamente, Deus restringe sua ira. Ele dá aos homens chuva, faz brilhar o sol e estações frutíferas. Ele chama todos os homens ao arrependimento através das boas dádivas que ele lhes dá. Mas se eles não se arrependem eles permanecem sob a sua ira. Este fato, como Calvino colocou, todos os homens deveria ver, porque elas existem claramente para serem vistas. Toda forma de mal, físico, bem como moral, é em última análise a conseqüência do pecado humano. No entanto, nenhum homem possui de um estudo de si mesmo e dos fatos da natureza por meio da observação e racionalização, jamais pode chegar à conclusão que é uma criatura de Deus e que ele é um pecador à vista de Deus, que, a menos que ele se arrependa, permanece sob a ira de Deus. O “homem natural” assume que pode e deve interpretar-se a si mesmo e os fatos do universo sem nenhuma referência ao Deus que verdadeiramente existe. O “homem natural” assume que os fatos do espaço-tempo no mundo não são o que Cristo, falando pelo Triuno Deus diz que eles são. Para o homem natural os fatos estão exatamente ali. Eles são condicionais, i.e. não pré-interpretados por Deus.

 O “homem natural” pressupõe que há um “princípio de racionalidade,” incluindo as leis da lógica, i.e. a lei da identidade, a lei do meio excluído e a lei da contradição, as quais são como os “fatos” são exatamente. Eles falam dos fatos que pressupõem como fatos não criados. Não há maldição sobre a natureza por causa do pecado do homem. O “homem natural” assume que em si mesmo, estando exatamente ali pode relacionar ao espaço-tempo fatos os quais estão exatamente ali por meio de um princípio de racionalidade que está exatamente ali para um outro ou que se ele não pode fazer isto, ninguém mais pode. Não lhe ocorre pensar de Deus como o único, cujos pensamentos são mais altos que os seus pensamentos. Como eu faço como um cristão, sei de todas estas informações sobre o “homem natural”. Cristo me diz isto nas Escrituras. Além do mais, a obra regeneradora do Espírito Santo dá-me vida da morte a fim de que eu compreenda isto não meramente de forma intelectual, mas existencialmente, eu nasci outra vez para o conhecimento. Uma vez nascido de novo eu conheço que eu sou uma criatura feita à imagem de Deus. Eu agora sei que juntamente com todos os homens eu me tornei um pecador, um quebrador do pacto, sujeito a ira de Deus. Eu sei agora que Cristo morreu para redimir-me da maldição que repousou sobre mim por minha desobediência à lei de Deus e que nele eu estou agora justificado. Eu sei que eu estou juntamente com o corpo dos redimidos a caminho da presença do meu salvador. Nas palavras do catecismo de Heidelberg eu estou agora persuadido que, “eu pertenço não a mim mesmo, mas ao meu fiel salvador e que sem a vontade de meu Pai celestial nenhum fio de cabelo cairá de minha cabeça”. Todas as coisas na dimensão eu-tu (coisas) bem como todas as coisas na dimensão eu-tu (pessoas) estão unificados através da direção controladora de Jesus Cristo, o salvador de seu povo. A cidade de Deus será vitoriosa sobre a cidade dos homens. Os poderes do inferno não podem frustrar a vitória do Deus Triuno para a salvação do mundo.

O “homem natural” pressupõe que há um “princípio de racionalidade,” incluindo as leis da lógica, i.e. a lei da identidade, a lei do meio excluído e a lei da contradição, as quais são como os “fatos” são exatamente. Eles falam dos fatos que pressupõem como fatos não criados.

É agora minha tarefa, delegada para mim por meu salvador, suplicar a todos os homens que se reconciliem com Deus. É agora minha tarefa como um simples crente testemunhar como um simples crente, por palavras e com a minha vida, para simples incrédulos. Eu devo dizer aos homens clara e simplesmente que as coisas estão muito erradas com eles mesmos, como eles mesmos admitem para eles que estão. Para o meu simples vizinho incrédulo eu devo ser como um doutor. Quando um doutor vem, eu falo ao meu vizinho, ele não pede a você, como paciente para diagnosticar a natureza de sua doença. O doutor pode perguntar a você, eu digo ao meu vizinho, onde está a dor. A despeito de tudo, é o doutor que faz o diagnóstico de sua doença.

O diagnóstico é que você tem uma doença que o conduzirá à morte. Você está sobre a escada que conduz em direção a separação eterna do amor de Deus. Você está nesta escada descendente, não por causa do mundo, na verdade, realmente aconteceu por ser construída desta maneira somente por que você, com todos os outros homens odeiam o Triuno Deus, o criador-redentor dos homens. Deus chama você ao arrependimento (Rm 2). Você tem desprezado e continua a rejeitar seu chamado. Você merece ir para o inferno.

Eu sou melhor que você? Não, de maneira alguma! Eu também estava no caminho da morte, mas Deus me alcançou para mudar minha disposição interior. O Triuno Deus alcançou-me com graça. Ele deu-me vida! Eu estava morto em delitos e pecados. Eu odiei Deus. Eu estava desamparado em meu ódio por Deus. Eu não podia amar Deus e meu próximo porque eu não queria, e eu não queria amar a Deus e meu próximo porque eu não podia.

Agora que eu conheço Deus, ou antes, sou conhecido de Deus, agora que eu sou como Paulo diz que, nascido de novo para o conhecimento, agora que eu posso olhar para trás e ver a natureza do pecado do qual eu fui salvo. Somente agora que eu vivo eu entendo alguma coisa da natureza da morte da qual eu fui resgatado.

Eu agora sei que eu deveria ter visto que o Triuno Deus das Escrituras está em todo lugar operando no mundo. O Triuno Deus está plenamente presente em todo lugar. Mas eu, juntamente com todos os outros homens tenho desviado os olhos dele. Depois disso, eu precisei não somente de nova luz, a luz da graça ou a obra redentora de Deus na história, mas também um novo poder ou luz. “Porém o homem natural não pode receptar as coisas do Espírito de Deus: pois elas são loucura para ele, nem pode conhecê-las, porque elas são discernidas espiritualmente” (1 Co 2.14).

Isto é assim, quando eu falo como um simples crente ao meu vizinho, um simples incrédulo, que eu pleiteio com ele para apresentar-lhe seu fútil, incorrigível antagonismo para com a ameaçadora voz de Deus. Meu Senhor e Salvador ordena-me e nesta ordem dá-me o grato privilégio de assim falar ao meu próximo. “Venha a mim todo o que está cansado e oprimido e eu darei a você descanso” (Mt 11.28). Seguindo o exemplo, bem como o mandamento do meu Salvador, eu apresento a universal oferta da salvação a todos os homens em qualquer lugar, até onde minha voz e vida podem alcançar. Eu sei que Jesus também disse. “Ninguém vem a mim se o Pai não o trouxer”. Eu sei que meu argumento por mais vigoroso e válido que ele possa ser, não pode como tal, trazer os homens ao conhecimento da verdade. Eu sei que no princípio o homem foi criado como portador da imagem de Deus e como tal possuindo liberdade. Mas eu sei também que esta liberdade do homem não consiste em habilidade para ir além ou independentemente do todo propósito controlador do Triuno Deus. O homem como uma criatura é livre dentro do desígnio de Deus; o homem que se tornou uma criatura pecaminosa é ainda livre dentro do plano de Deus. Ele é livre para pecar e, portanto livre para ser um escravo para pecar. Sem a pressuposição da soberana disposição de todas as coisas, quer na dimensão eu-tu (coisa) ou no eu-tu, (pessoa) ali não teria liberdade para o homem, nem significado para a história.

Após dizer isto sobre meu simples vizinho eu retorno aos meus sofisticados amigos. Aqui você leva vantagem sobre mim. Você conversa constantemente com artistas modernos, existencialistas modernos etc., quando eles comem em sua mesa, estuda sua literatura. Enquanto que eu sou apenas um afeiçoado em livros. Mesmo assim, ambos temos que finalmente fazer nosso diagnóstico do sofisticado, bem como do simples incrédulo por meio de nosso “livro de medicina”, a Bíblia.

Quando eu falo do meu sofisticado amigo incrédulo eu não faço meramente uma “breve constatação”, mas antes “conheço com antecipação” que esta “doença” é a mesma que a de meu simples amigo descrente. Esta é a doença do “homem natural” Os sintomas são diferentes, mas basicamente a doença é a mesma. A medicação para ambos é a mesma. A ambos necessita ser dito que eles estão a caminho da morte, que a ira de Deus está sobre eles e permanecerá sobre eles para sempre a menos que eles se arrependam e creiam no Evangelho. A ambos deve ser dito que eles não podem fazer o que necessitam e precisam fazer, a menos que o Espírito os habilita a fazê-lo.

Eles não compreendem a si mesmos e seu mundo como eles são, porque eles não vêem a si mesmos e o mundo à luz do Triuno Deus que está em todo lugar, e os confronta com as suas reivindicações. Eles são como homens que perambulam no Campus do Seminário de Westminster apropriando para si mesmos do que lhes apraz. Quando o Sr. Gregg aproximou-se e perguntou, porque eles estavam apanhando coisas que não lhes pertenciam, eles olhariam para ele “inocentemente” ainda que um tanto quanto surpresos (e diriam) que este Campus pertence a uma outra pessoa. Na realidade eles estão tentando falsificar a realidade do Deus que existe.

Como então nós proclamaremos o Evangelho do Deus que existe ao sofisticado homem do século vinte? Certamente você diz que devemos fazê-lo colocando ante ele o significado do evangelho como nós o encontramos nas escrituras. Nós devemos tornar inequivocamente claro o que dizemos que, o Deus que existe quer seu amor e serviço de todo o seu coração, tanto quanto ele engaja em sua vocação quer como um artista, como um cientista, como um filósofo ou como um teólogo. Ele agora segue seu chamado como seu centro. Ele deve, portanto repudiar o alvo da vida, o padrão de vida e a motivação de vida que o tem afastado de seu alvo. Ele deve tornar-se um “novo homem” em Cristo pelo poder do Santo Espírito a fim de responder apropriadamente, mesmo que se somente em princípio, ao Deus que existe.

Mas agora o argumento começa. Diz o Sr. Jones: “Você está me pedindo para crer que todo “sistema de doutrina” de sua Confissão de Fé de Westminster se encontra na Bíblia como você diz ou sobre a autoridade da Bíblia em si mesma? Bem, há muitas outras interpretações da Bíblia além da sua. Além do mais, inúmeras Bíblias. Ou você apela para a autoridade de Jesus falando em e através das palavras da Bíblia? Se você faz, então você saberia que se Jesus era realmente um homem como era, como todos os homens, finito e como tal imerso na contingência da realidade espaço- tempo. Se você reivindica que Jesus era “Deus” bem como homem por instância, no Catecismo de Westminster, então você saberia que nenhum homem conhece, porque nenhum homem pode conhecer coisa alguma sobre tal Deus. Você relembra que Sócrates disse. Ele procurou conhecer a essência da santidade sem levar em consideração o que os deuses ou homens diz ou dirá sobre este. Na modernidade Immanuel Kant trabalhou as implicações deste socrático princípio da interioridade humana mais plenamente que Sócrates fez. Ele destacou para nós que o que o homem conhece, ele conhece porque sua própria mente tem imprimido as categorias de seu pensamento sobre a matéria rústica, nua da experiência. Nesse ponto portanto não se pode ter conhecimento de um Deus tal como o que a Confissão de Fé de Westminster estabelece.

Aqui não pode existir semelhante deus. Como pode aqui então existir alguma coisa como o que você chama uma revelação de semelhante Deus? Revelações proposicionais dadas por um deus semelhante ao homem são sem significado. Todos os expertos modernos da ciência e filosofia concordam que para dizer Deus existe, no sentido tradicional da Confissão da Igreja é falar um absurdo. Muitos dos típicos modernos cientistas e filósofos podem crer em um deus. Eles mesmos defendem suas crenças contra os naturalistas, mecanicistas, céticos e materialistas. Eles podem crer em um deus pessoal. Eles podem querer dar uma espiritual e teológica interpretação do curso da história. Pois tudo que os seus deuses são, nada mais são do que projeções do assim chamado homem de consciência moral autônomo. Eles concordam com Kant que o homem em si mesmo é autônomo no ponto final de referência e discurso. Aos olhos do maior experto do pensamento moderno, o deus que existe está morto. “Quando isto é trazido para a metafísica”, diz Neuath, um membro do Círculo de Viena, “alguém deve estar de fato em silêncio, mas não sobre alguma coisa”. Ou, como o filósofo de Cambridge F. P. Ramsey, um entusiástico seguidor de Wittgenstein, coloca: “O que nós não podemos dizer nós não podemos dizer, e nós não podemos chamar um outro.”

Quando nós nos voltamos para a moderna teologia nós logo descobrimos que sua maior escola concorda com o ponto de partida, o método e a conclusão de ciência moderna e a filosofia. Com um acordo os teólogos modernos disputa que, de igual modo, não obstante, por outro lado contra o naturalismo, nós devemos falar de Deus e não de um Deus auto-suficiente, cuja revelação de si mesmo é diretamente e claramente dada na história, mais particularmente em Jesus. Pressupõe-se que Jesus pensou que ele era o Filho de Deus. Pressupõe-se que em suas próprias palavras nós podemos ouvi-lo dizer que ele é um com o eterno Pai. Nosso princípio de interioridade não pode rebelar-se contra isto. O homem não é verdadeiramente um ser pessoal se ele deve atentar para vozes estranhas. Robert Collingwood expressa a visão da teologia moderna sobre a questão da revelação, bem como quando ele diz que a história moderna deve tomar cada reivindicação que Jesus faz quando ele diz que ele tem absoluta autoridade, tanto quanto há evidência para a sua filosofia da história.

Desta maneira, eu creio, é a postura do homem moderno sofisticado em relação ao Deus que existe.



Sobre o Autor

Cornelius Van Til
Cornelius Van Til
Cornelius Van Til, um dos apologistas mais originais e brilhantes do século 20, nasceu em Grootegast, Holanda (1895) e emigrou com a família para os Estados Unidos em 1905. Casado com Rena Klooster, foi filósofo cristão e teólogo reformado, pastor da Christian Reformed Church e um dos professores fundadores do Westminster Seminary, em setembro de 1929, onde lecionou Apologética até aposentar-se, em 1974. Em 1936 transferiu-se para a Orthodox Presbyterian Church, à qual pertenceu até sua morte, em 1987.




 
 

 
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